Feeds:
Posts
Comentários

Vitoria e Carolina Lin acompanhadas de Miriam Tawil, diretorsa de Cultura da AMECampos, após apresentação.O feriado em Campos do Jordão foi especial. Duas meninas deram um recital no feriado do dia da criança, mas quem foi presenteado fomos nós. Elas nos deram um presente inesquecível: música da melhor qualidade!

Mal alcançando o pedal, tocavam de memória todo o concerto com uma técnica perfeita.

A família presente, gravando e filmando cada gesto das meninas mostrava o estímulo carinhoso dos pais, tios e irmãos. Sentados na primeira fila vibravam e nos contagiavam.

Vitória e Carolina tocaram lindamente piano solo e quatro a mãos. O repertório muito bem escolhido emocionou!.

Foi um prazer depois poder conversar com elas e ter a surpresa de saber que estudam piano apenas uma hora por dia,e que são alfabetizados em Português e Mandarin. Falavam pouco, comunicavam muito.

Na Folha de São Paulo do domingo 11/10/2009 uma reportagem sobre o choque cultural que professores das escolas de Mandarim sofrem quando vem ao Brasil. Saem chorando das classes, sentindo-se ofendidos com a falta de respeito dos alunos. Lá as crianças temem a autoridade do professor, são disciplinadas e a palavra do mestre é ouvida. Parece que se precisam decoram a matéria, a memória é estimulada.

A cultura oriental, trouxe como resultado nessas meninas performance impecável.

Vale a pena seguir a carreira dessas duas promessas da música erudita.

Temos muito a aprender com elas.

Miriam Tawil

Fabio Lima, outro Jovem Talento AMECampos chegou a semi-finais.

O Jovem Talento Franciel Monteiro que se apresentou no mês passado no Toribinha em Campos do Jordão, acaba da faturar o primeiro lugar no Concurso Internacional de Violão em La Paz – Bolívia.

Franciel começou a tocar violão aos 10 anos de idade quando ganhou da irmã mais nova um violão. “Como não sabia tocar, arrebentei muitas cordas, e então meus pais resolveram me colocar numa escola para que eu aprendesse”. Atualmente, Franciel se declara fascinado por música clássica.

Fabio Lima, outro Jovem Talento AMECampos que se apresentou em Campos do Jordão no mês de abril chegou a semi-final.

Franciel durante apresentação no Toribinha - Campos do Jordão

Franciel durante apresentação no Toribinha - Campos do Jordão

Em um dia frio e de chuva, nada melhor do que ouvir uma boa música clássica em um lugar muito aconchegante em Campos do Jordão.

Ouvimos o jovem Franciel Monteiro , natural de São Paulo recitar uma poesia de acordes e também podemos perceber ao longo de seu recital, sua sensibilidade para a música e afinidade com o violão.

Com apenas 25 anos de idade, já possui uma grande bagagem violonistica passando pela mão dos professores mais conceituados do país como por exemplo, Prof henrique pinto atual professor da escola municipal de música.

Franciel se dedica muito ao instrumento, e mostrou para cada um de nós que assistimos o sua apresentação que faz isso com um verdadeiro amor e que é muito feliz e satisfeito por aquilo que faz, um violonista sem sombra de duvidas muito virtuoso e um músico de muita seriedade, Franciel esbanja seu talento e através do violão expressa seu amor pela música e um gosto apurado pelas músicas que nos brindou.

Parabéns ao violonista Franciel Monteiro que mostrou seu trabalho e contou um pouco de sua historia como violonista no recital dos jovens talentos promovido pela AME Campos.

Eduardo Lima.

Jonh Blanch por Davi Ramos.

Jonh Blanch

Jonh Blanch

Ouvimos do pianista John Blanch algo muito além de notas musicais, ouvimos o amor que ele tem pela música. Tão jovem, com apenas 16 anos, ele aceitou o convite para se apresentar em um programa que assim como ele, está em fase de aprendizado, mas nem por isso deixa de ser belo. Ele mostra um controle emocional muito grande ao tocar, e as explicações e visão dele sobre as obras que ele executa são muitíssimo bem expostas, e se encaixam perfeitamente ao modo como ele as interpreta. O interesse dele por se aperfeiçoar e ir além das notas é muito perceptível. Não é à toa que ele acabou de voltar de uma de suas longas viagens, estudando com profissionais respeitadíssimos, e cada vez mais maduro para representar o Brasil musicalmente. Em todas essas aventuras ele mostra muita humildade e coragem para aprender. Queremos agradecer pelo recital, e pedir seu retorno ao Jovens Talentos para que acompanhemos seu crescimento profissional e pessoal, que tende a ser brilhante!

Sábado, dia 18 de julho, Campos do Jordão, tarde chuvosa de um inverno atípico, e um calor humano intenso que tomou conta do Boulevard Market Plaza durante a belíssima apresentação do virtuose Josias.
Jovem pianista gaúcho , com excelente formação musical, vencedor de vários Concursos de piano , recitalista internacional que levou o nome do Brasil ao Canadá, Noruega e Portugal, e professor de piano na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Embora o local cedido à AME para a apresentação não fosse uma sala de concertos , era muito agradável e as pessoas que chegavam para as atividades costumeiramente desenvolvidas num local de degustação, lazer e entretenimento para todas as idades, certamente se sensibilizaram pela virtuosidade do pianista.
O programa escolhido revelou a experiência do mestre que ofereceu oportunidade para o público entrar em contato com vários estilos: a modernidade e o nacionalismo de Villa Lobos no início do século XX, o romantismo de Chopin e Lizt , o vigor e a grandeza de Rachmaninov durante o século XIX. e a legítima expressão da música contemporânea do Brasil de Marlos Nobre.
Parabéns ao pianista Josias pelo seu virtuosismo no teclado e alma de mestre na música , e à Ame Campos pelo Projeto Jovens Talentos, que proporcionando momentos de arte e cultura o ano todo para a população de Campos do Jordão, vai contribuir para o desenvolvimento do gosto artístico e da formação do público consumidor de arte em nossa cidade.

Sensacional! Bravo!

A melhor maneira de descrevermos a apresentação da OSESP, ontem na abertura da 40ª. Edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão, são justamente essas duas palavra que compõem o título dessa crítica. SENSACIONAL! BRAVO!

A orquestra sob regência de Victor Pablo Pérez (Regente Internacional, diretor musical da Sinfônica da Galícia), deu um verdadeiro show desde o Hino da França tocado ao inicio da apresentação justamente pela França ser o tema dessa edição do Festival até o conhecidíssimo Bolero de Ravel que nos arrepiou no encerramento do concerto.

A participação da soprano Maria Bayo (1º. Premio no concurso internacional de Belvedere em Viena com 10 mensões honrosas) foi FABULOSA, a precisão no canto e os agudos sem igual. Foi de arrepiar!

No programa composições de Georges Bizet, Joseph Canteloube, Leo Delibes, Maurice Ravel.

Ao final nada mais poderíamos esperar se não os mais de 5 minutos de aplausos em pé da platéia que lotava as dependências do Auditório Cláudio Santoro, principal palco do Festival de Inverno de Campos do Jordão.

Na platéia marcavam presença importantes autoridades como o Gov. José Serra o Séc. da Cultura João Sayad e o cônsul da França no Brasil Jean-Marc Gravier além da prefeita de Campos do Jordão Ana Cristina.

Ricardo Gonçalves

Não saberia dizer se faz parte do propósito de uma crítica ser impessoal, já que normalmente ela é feita por alguém que possui um poder de julgamento baseado em uma opinião própria. Digo isto pelo fato de já conhecer o pianista Ronaldo Rolim há um bom tempo e, sendo assim, ao falar de seu último recital na Série Jovens Talentos, promovida pela AME Campos, seria impossível não considerar o que tenho em minha memória desde que o conheço.

Eu não o escutava desde a sua ida para o exterior, onde estuda desde então, o que me fez ter uma grande surpresa ao ouvi-lo. É indiscutível a sua evolução… um estudo focado e um lugar com boas estruturas com certeza ajudam muito, mas sinto que isto está muito mais relacionado a um crescimento pessoal natural, refletindo claramente em uma maturidade musical muito mais consciente. Aliás, acho que a palavra seria exatamente esta: CONSCIÊNCIA! Ronaldo tinha plena consciência do que queria fazer em cada uma das obras, mostrando muito mais auto-controle do que a última vez que eu o ouvi.

A escolha do repertório, em geral, refletiu muito bem a personalidade do Ronaldo. Na primeira parte, por exemplo, tivemos o Rachmaninov, que se encaixou muito bem com a energia e até força física presentes no Ronaldo, mas foi na segunda parte que as grandes surpresas vieram à tona. Tenho certeza que todos ficaram impressionados com a qualidade musical presente em cada uma das obras. Ronaldo apresentou no Cesar Franck, no Debussy e no Villa-Lobos interpretações dignas de muito respeito! Maturidade, qualidade sonora e técnica, consciência e auto-controle… via-se um trabalho de extrema consistência ao longo de cada uma das música.

Foi uma pena termos tido, desta vez, um número tão baixo de expectadores, talvez pela confusão na divulgação do lugar do concerto, pois quem esteve pôde presenciar um recital, como eu disse antes, digno de extremo respeito por parte de todos nós!

Flávio Lago

Veja aqui as fotos do Recital

Lucas Thomazinho em apresentação do Programa Jovens Talentos da AMECampos

Lucas Thomazinho em apresentação do Programa Jovens Talentos da AMECampos

O paulista Lucas Thomazinho, de 14 anos, venceu o quinto turno do 11º Concurso Internacional de Piano Magda Tagliaferro 2009, na categoria infanto-juvenil. Por unanimidade do júri, o desempenho de Lucas foi considerado “deslumbrante”. Cerca de 40 candidatos de até 16 anos se inscreveram no concurso, dividido em turnos de acordo com a faixa etária.

O segundo lugar do quinto turno (de 14 a 16 anos) ficou com Airã Yiamanaka e o terceiro, com Jonhson de Oliveira. Os vencedores receberam medalhas, diplomas e um prêmio em dinheiro. Todas as composições foram executadas de memória por exigência do regulamento do concurso.

Lucas Thomazinho se apresentou no Programa Jovens Talentos realizado pela AMECampos – Associação dos Amigos de Campos do Jordão em outubro de 2008.

Preciso relatar a vocês leitores do Blog da Magda um pouco de minha nova experiência profissional. Aqui onde estou trabalhando – no Auditorio Claudio Santoro — tudo é perfeito !  A energia deste lugar é incrível, mal consigo escrever o que estou sentindo. Só sei que é mágico, o jardim no entorno do prédio é um pedaço do paraiso o céu esses dias está incrivelmente azul e as araucarias estão repletas de pinhão.  Encontrei até com a parentada do Joca (o nosso esquilo preferido). Aqui a minha mente viaja pro infinito diante de tanta beleza, inacreditavel a emoção que invade a alma, chego a sair de mim e encontrar com o meu eu verdadeiro.  Isso é muito louco… Nunca tinha acontecido antes….louco, louco….lá bem distante…. dá para ouvir uma musica suave, realmente é exuberante este lugar.  E o Festoval de Inverno nem começou.

Fabio Martino
Fabio Martino

Morar numa cidade com 250 mil habitantes realmente é um privilégio para poucos. A começar pela dificuldade em se arrumar um lugar para viver! Assim como muitas cidades européias, Karlsruhe também possui muita gente e pouco espaço. São inúmeras as Universidades que aqui existem, e juntamente com elas, a quantidade de estudantes, alemães ou estrangeiros, que precisam de uma moradia. Isso faz com que o custo do aluguel aumente e o tamanho do apartamento “diminua”!
Porém, começar um texto falando mal do lugar aonde vivo, não é o meu objetivo. Aliás, pelo contrário, a “pequena” cidade de Karlsruhe possui uma infra-estrutura que muita cidade grande no Brasil nem sonha em ter. São muitas linhas de bonde que nos leva para onde quisermos, ciclovia ao longo da cidade toda, que por ser na sua maioria plana, nos propicia sempre um agradável passeio de bicicleta, parques e muita área verde.
Inúmeras são também as programações culturais incluindo espetáculos de ballet, ópera, concertos com orquestra, concertos com música de câmara e recitais solo. E não poderíamos deixar de citar a Universidade de Música, abrigada num castelo do período barroco, que com seu charme e simpatia, nem se compara a Universidades de grandes centros como Frankfurt e Stuttgart.
Karlsruhe foi praticamente toda destruída ao longo das duas Grandes Guerras Mundiais que existiram. Pouco permaneceu intacto. Talvez uma casa ou outra, que nos dá a idéia de como eram as construções de época. O próprio castelo, sede da Universidade, foi bombardeado mais de uma vez, e no período de reitoria da Prof. Fany Solter, conseguiu-se que o governo investisse em sua reconstrução de forma fiel ao que era. A única parte original que restou é o que está por debaixo da terra, local da cantina hoje. É claro que no projeto premiado de arquitetura, foram feitas as devidas instalações para se abrigar então uma escola de música. Trata-se de auditórios, salas isoladas acusticamente, uma biblioteca incrível, entre outros mimos…
Mas não posso apenas falar do que é estético e salta aos olhos assim que se chega aqui em Karlsruhe. Aliás, isso é o menos importante. Bastaria ter um bom piano e um excelente professor que poderíamos ter aula então no jardim… Mas eles nós temos também! É então que surge aquilo que salta aos ouvidos: qualidade musical! Dispomos sempre de dois pianos de cauda por sala (paraíso?) e de professores qualificados e dispostos a nos ajudar. De que forma? Nos mostrando, através daquilo que apresentamos, um caminho talvez mais coerente, sensato, uma sonoridade melhor, um dedilhado mais apropriado, enfim, escolhas que farão a diferença no resultado final.
Aliás, esse é realmente um detalhe importante: ninguém é dono de nenhuma interpretação correta ou errada. Ora, estamos numa universidade, coerente é que nos façam pensar! É por isso que curiosamente ouve-se milhares de estudantes tocando os mesmo estudos de Chopin, ou Baladas, ou sonatas de Beethoven, enfim, digamos, repertório básico, porém cada um no seu jeito, temperamento e coerência. Desde que ela exista e o ouvinte acredite que aquilo seja verdade, a música está correta! Muito fácil a teoria, difícil é a prática!
Prática… Muito repertório para estudar… Oito horas diárias de estudo por dia… Ensaios… Aulas teóricas… Provas… Tudo isso faz parte da realidade de um estudante universitário por aqui… A carga é puxada e os professores exigem muito também. Existe sempre a preocupação de se buscar fazer o melhor… A perfeição! Mas nada se compara ao sentimento de subir no palco, esquecer de tudo isso e “passar o seu recado”, qualquer que seja ele… E como recompensa, saber que você conseguiu emocionar algumas dezenas de pessoas que dispuseram de seu tempo para ouvir alguma música…

Fabio Martino durante apresentação no Programa Jovens Talentos Fabio Martino durante apresentação no Programa Jovens Talentos

 

Mensagens Antigas »